Da formação de policiais à participação em órgãos estratégicos, uma vida profissional dedicada ao ensino, à gestão pública e à construção de uma cultura de responsabilidade nas ruas

Os primeiros anos de uma carreira dedicada ao serviço público e à segurança, que posteriormente se ampliaria para o ensino e a área de trânsito.
Há profissionais que deixam sua marca pelos cargos que ocupam. Outros, pelo número de pessoas que ajudaram a formar. Há ainda aqueles cuja contribuição ultrapassa as instituições por onde passaram e permanece no conhecimento compartilhado, nas ideias defendidas e nas pessoas preparadas para continuar o trabalho.
O Coronel da Reserva Remunerada da Polícia Militar de Santa Catarina Ricardo Alves da Silva reúne essas características.
Sua atuação profissional percorreu diferentes áreas da segurança pública e do trânsito. Foi comandante de unidades da Polícia Militar, diretor de ensino da Academia de Polícia Militar de Santa Catarina, integrante de grupos técnicos, vice-presidente do Departamento Estadual de Trânsito de Santa Catarina, membro de órgãos colegiados do Sistema Nacional de Trânsito, professor, instrutor, palestrante e autor de livros.
A experiência acumulada em diferentes funções ajudou a construir uma compreensão que se tornou uma das marcas de sua atuação: segurança viária não se faz apenas com fiscalização e legislação. É preciso formar pessoas, orientar comportamentos e criar condições para que o respeito à vida esteja presente nas decisões tomadas diariamente nas ruas.
O Cel. Ricardo possui pós-graduação em Gestão no Trânsito e Segurança Viária, Gestão em Segurança Pública e Planejamento Estratégico. Também atuou como consultor da Federação Nacional das Associações dos Detrans, FENASDETRAN.
É essa combinação entre experiência operacional, conhecimento técnico e educação que faz de sua história uma das que merecem ser conhecidas.
Os primeiros passos de uma carreira dedicada ao serviço público
Foi na Polícia Militar de Santa Catarina que Ricardo Alves da Silva desenvolveu grande parte de sua vida profissional.
Ao longo dos anos, ocupou diferentes posições de comando, direção e assessoramento, passando por atividades que exigiam tanto conhecimento operacional quanto capacidade de gestão.
Entre as funções exercidas estão o comando da 5ª Guarnição Especial de Polícia Militar, em Concórdia, a função de subcomandante e comandante do 20º Batalhão da Polícia Militar de Santa Catarina, também em Concórdia, e o comando do 2º Batalhão da corporação, em Chapecó.
Também esteve à frente, interinamente, da 4ª Região de Polícia Militar, em Chapecó.
Sua experiência institucional incluiu ainda a direção de Ensino da Academia de Polícia Militar de Santa Catarina e a chefia da Casa Militar da Assembleia Legislativa do Estado.
Paralelamente, integrou o Grupo Técnico para Estudos de Assuntos de Trânsito da própria Polícia Militar, aproximando a atividade policial das questões relacionadas à mobilidade e à segurança viária.
O conhecimento também se aprende na sala de aula

O ensino ocupou lugar importante na carreira do Cel. Ricardo, contribuindo para a formação e o aperfeiçoamento de profissionais da Polícia Militar de Santa Catarina.
A experiência de comando veio acompanhada de uma segunda frente de atuação que se tornaria fundamental: o ensino.
Durante décadas, o Cel. Ricardo participou da formação e do aperfeiçoamento de praças e oficiais da Polícia Militar de Santa Catarina.
Nas salas de aula, temas relacionados à legislação de trânsito, fiscalização, cidadania, prevenção de sinistros e segurança viária passaram a fazer parte de sua atividade como instrutor.
Mais do que transmitir conteúdo, ensinar significava preparar profissionais para situações que exigem conhecimento técnico, equilíbrio e responsabilidade.
Ao longo de sua carreira, o Cel. Ricardo teve atuação destacada na formação, capacitação e aperfeiçoamento de profissionais, contribuindo para a preparação de diferentes gerações sob sua orientação. A experiência acumulada nessa área tornou-se uma das marcas de sua atuação profissional.
O resultado desse trabalho vai muito além da quantidade de cursos ministrados.
Cada profissional formado leva consigo conhecimentos que poderão ser utilizados em abordagens, fiscalizações, orientações e decisões tomadas no contato cotidiano com a população.
É uma forma de multiplicar conhecimento.
E, no trânsito, conhecimento pode significar prevenção.
Educar para mudar comportamentos

Em palestras e atividades educativas, o conhecimento sobre trânsito ganha linguagem acessível para alcançar diferentes públicos e estimular escolhas mais seguras.
A compreensão de que o trânsito precisa ser tratado também como uma questão educacional acompanha a atuação do Cel. Ricardo.
Para ele, conhecer uma norma não deveria significar apenas saber o que é permitido ou proibido.
É preciso compreender por que determinada regra existe.
Uma velocidade regulamentada não é apenas um número.
O uso de equipamentos de segurança não é apenas uma obrigação.
O respeito à faixa de pedestres não é apenas uma exigência legal.
Cada regra está relacionada à convivência entre pessoas e à necessidade de reduzir riscos.
Por isso, educação, conscientização e mudança de comportamento ocupam posição central na construção de uma segurança viária mais humana e eficiente.
Essa concepção amplia o papel da educação para o trânsito.
Ela deixa de ser uma atividade complementar à fiscalização e passa a integrar uma estratégia permanente de prevenção.
Fiscalizar é necessário.
Aplicar a legislação é indispensável.
Planejar é fundamental.
Mas resultados duradouros dependem também da capacidade de fazer com que as pessoas compreendam sua responsabilidade.
Da experiência policial aos espaços de decisão
A atuação do Cel. Ricardo também ultrapassou os limites da Polícia Militar.
Ao longo da carreira, participou de diferentes estruturas do Sistema Nacional de Trânsito.
Foi membro da Junta Administrativa de Recursos de Infrações, JARI, do DETRAN-SC, integrou o Conselho Estadual de Trânsito de Santa Catarina, CETRAN-SC, entre 2022 e 2024, e participou de Câmaras Temáticas do Conselho Nacional de Trânsito, CONTRAN.
Entre elas, esteve a Câmara Temática de Engenharia de Tráfego e a Câmara Temática de Esforço Legal, da qual participou entre 2018 e 2024.
Essas experiências levaram para os espaços técnicos uma visão construída no cotidiano da segurança pública e da formação profissional.
Legislação, fiscalização, engenharia de tráfego, julgamento de infrações e políticas públicas passaram a fazer parte de discussões que exigem conhecimento especializado e compreensão das diferentes realidades encontradas no trânsito brasileiro.
A participação nesses órgãos representa uma dimensão menos visível do trabalho pela segurança viária, mas fundamental para o aperfeiçoamento do sistema.
É nesses espaços que experiências práticas podem contribuir para debates que posteriormente influenciam procedimentos, decisões e políticas.
Uma nova perspectiva na gestão do trânsito

Na gestão do trânsito catarinense, o Cel. Ricardo passou a acompanhar de uma perspectiva mais ampla os desafios relacionados à segurança e à mobilidade.
A passagem pela Vice-Presidência do Departamento Estadual de Trânsito de Santa Catarina, DETRAN-SC, acrescentou uma dimensão de gestão pública à experiência acumulada.
Nesse período, os desafios relacionados à formação de condutores, fiscalização, educação para o trânsito e construção de políticas voltadas à redução da violência viária passaram a ser observados a partir de uma perspectiva mais ampla.
A gestão de trânsito exige compreender que diferentes áreas precisam funcionar de maneira articulada.
Formação de condutores.
Fiscalização.
Educação.
Legislação.
Planejamento.
Gestão pública.
Nenhum desses elementos, isoladamente, resolve os problemas da mobilidade.
Quando trabalham de forma integrada, porém, podem produzir respostas mais consistentes para uma realidade que muda constantemente.
A passagem pelo DETRAN-SC ampliou justamente essa capacidade de enxergar o trânsito como um sistema, no qual decisões tomadas em uma área podem produzir consequências em muitas outras.
A sala de aula ganhou novos públicos

Como professor e palestrante, o Cel. Ricardo levou sua experiência a profissionais de diferentes áreas relacionadas ao trânsito e à segurança viária.
A atividade educacional não ficou restrita à formação de policiais.
O Cel. Ricardo também passou a ministrar cursos, treinamentos e palestras para agentes de trânsito, policiais, instrutores, examinadores, gestores públicos e outros profissionais ligados direta ou indiretamente ao Sistema Nacional de Trânsito.
Essa diversidade de públicos ajudou a ampliar o alcance de sua experiência.
Cada grupo possui necessidades diferentes.
Um agente de trânsito enfrenta situações distintas das vividas por um instrutor de autoescola.
Um gestor público precisa tomar decisões diferentes das de um policial que atua diretamente na rua.
Um examinador precisa interpretar critérios técnicos.
Um educador precisa encontrar formas de transformar informação em compreensão.
Ainda assim, todos fazem parte da mesma engrenagem.
E todos influenciam, de alguma maneira, a segurança daqueles que utilizam as vias.
Quando a experiência vira conhecimento compartilhado
Ensinar também significa registrar aquilo que foi aprendido.
Foi esse o caminho seguido pelo Cel. Ricardo ao transformar parte de sua experiência em livros e materiais voltados à área de trânsito.
Seu currículo reúne quatro obras publicadas na área de trânsito:
“Tudo que você precisa saber sobre as infrações de trânsito”, pela Letras Jurídicas, em 2009;
“Infrações de trânsito e processo administrativo”, livro didático publicado pela UNISUL Virtual, em 2011;
“Levantamento do local de acidente de trânsito”, pela UNISUL Virtual, em 2014;
e “Código de Trânsito Descomplicado”, pela Letras Jurídicas, em 2023.
Os títulos revelam uma preocupação comum: aproximar o conhecimento sobre trânsito daqueles que precisam utilizá-lo profissionalmente ou compreendê-lo como cidadãos.
A legislação brasileira pode ser extensa e, em muitos momentos, complexa.
Transformar esse conteúdo em uma linguagem mais acessível contribui para que a norma deixe de ser apenas um texto jurídico e passe a ser compreendida em sua finalidade prática.
Simplificar sem perder a responsabilidade
O trabalho de traduzir a legislação para uma linguagem mais acessível não significa diminuir sua importância.
Ao contrário.
Quanto mais clara for a compreensão de uma regra, maior a possibilidade de que ela seja aplicada corretamente.
A produção intelectual do Cel. Ricardo procura aproximar a legislação da realidade dos profissionais e dos cidadãos, ajudando a compreender não apenas o conteúdo das normas, mas também sua finalidade e sua relação com a proteção da vida.
No trânsito, essa compreensão faz diferença.
Quem conhece uma regra pode cumpri-la.
Quem entende sua razão pode incorporá-la como comportamento.
Essa diferença é fundamental para uma cultura de segurança.
O profissional que continuou estudando
A busca por conhecimento também aparece em sua formação acadêmica.
O Cel. Ricardo possui pós-graduação em Gestão no Trânsito e Segurança Viária, Gestão em Segurança Pública e Planejamento Estratégico.
As áreas escolhidas acompanham os diferentes campos em que atuou.
Trânsito e segurança viária para compreender os desafios da circulação e da proteção dos usuários.
Segurança pública para ampliar a capacidade de atuação institucional.
Planejamento estratégico para transformar objetivos em ações organizadas.
A formação continuada é particularmente importante em uma área que passa por mudanças permanentes.
Novas tecnologias, novas formas de mobilidade, alterações na legislação e transformações no comportamento social exigem atualização constante.
Experiência sem atualização pode ficar presa ao passado.
Conhecimento sem experiência pode não compreender a realidade.
A combinação dos dois é o que permite construir soluções mais próximas das necessidades concretas.
A educação como parte da segurança viária
Ao longo de sua atuação, o Cel. Ricardo defendeu uma ideia simples, mas de grande alcance: educar para o trânsito significa também educar para a convivência.
Motoristas, motociclistas, ciclistas e pedestres compartilham o mesmo espaço.
Uma escolha individual pode colocar outra pessoa em risco.
Por isso, respeito e responsabilidade precisam estar presentes em cada deslocamento.
Fiscalização, engenharia, legislação e tecnologia são instrumentos indispensáveis.
Mas, quando não existe consciência sobre a responsabilidade individual, essas ferramentas encontram limites.
A educação ajuda a preencher esse espaço.
Ela trabalha antes da infração.
Antes do conflito.
Antes do sinistro. Ela procura construir uma compreensão que permita ao usuário da via tomar uma decisão mais segura antes que seja necessário aplicar uma penalidade.
Uma atuação que aproximou diferentes áreas

A experiência adquirida na atividade policial ajudou a aproximar teoria e prática na formação de profissionais ligados à segurança e ao trânsito.
Polícia Militar, DETRAN, órgãos colegiados, salas de aula, cursos, palestras e livros podem parecer ambientes muito diferentes.
Mas existe um elo entre eles.
A necessidade de preparar pessoas para lidar melhor com o trânsito.
Na atividade policial, isso significa qualificação para atuar dentro da lei.
Na formação profissional, significa transmitir conhecimento.
Na gestão pública, significa transformar problemas em políticas.
Nos órgãos colegiados, significa participar de discussões técnicas.
Na produção de livros, significa registrar e compartilhar conhecimento.
Em palestras, significa alcançar públicos que muitas vezes não têm contato direto com os espaços especializados do Sistema Nacional de Trânsito.
O resultado é uma contribuição que não ficou limitada a uma única função.
Ela alcançou diferentes ambientes e públicos.
O trânsito como espaço de convivência
Quando se fala em segurança viária, é comum pensar primeiro em fiscalização, multas e legislação.
Mas existe uma dimensão anterior a tudo isso: a convivência.
Todos os dias, pessoas com diferentes idades, experiências, capacidades e formas de deslocamento dividem as mesmas ruas.
Um motorista precisa reconhecer a presença do pedestre.
O motociclista precisa considerar sua própria vulnerabilidade.
O ciclista precisa ser respeitado.
A experiência que chegou aos espaços técnicos
A participação do Cel. Ricardo em órgãos do Sistema Nacional de Trânsito permitiu levar para os debates técnicos o conhecimento adquirido em diferentes frentes.
Na JARI do DETRAN-SC, esteve relacionado ao universo dos recursos de infrações.
No CETRAN-SC, participou de discussões no âmbito estadual.
Nas Câmaras Temáticas do CONTRAN, esteve envolvido em temas relacionados à engenharia de tráfego e ao esforço legal.
São funções diferentes, mas complementares.
A segurança viária precisa de profissionais que conheçam a realidade das ruas e também compreendam os mecanismos institucionais que estruturam o sistema.
Essa combinação permite que as discussões não fiquem restritas à teoria.
O conhecimento como instrumento de prevenção
Existe uma característica comum entre as diferentes atividades desempenhadas pelo Cel. Ricardo.
Em todas elas, o conhecimento aparece como ferramenta.
Conhecer a legislação ajuda a fiscalizar.
Conhecer procedimentos ajuda a decidir.
Conhecer a realidade das ruas ajuda a planejar.
Conhecer as necessidades dos profissionais ajuda a formar equipes.
Conhecer as dificuldades da população ajuda a construir políticas mais adequadas.
E conhecer os riscos presentes no trânsito ajuda a preveni-los.
Por isso, a educação não deve ser vista apenas como uma atividade realizada em escolas ou campanhas.
Ela também está presente na formação profissional, na capacitação dos agentes, na preparação dos gestores e na comunicação com a sociedade. É uma atividade permanente.
A pessoa idosa precisa ter seu tempo de travessia considerado.
A pessoa com deficiência precisa encontrar acessibilidade.
Cada usuário precisa compreender que não está sozinho na via.
É nesse ponto que a educação ganha novamente importância.
Ela não serve apenas para ensinar artigos do Código de Trânsito Brasileiro. Serve para formar uma cultura na qual o outro também seja considerado.
Livros que continuam ensinando
Uma aula termina.
Uma palestra termina.
Um curso termina.
Um livro, porém, continua disponível.
Essa é uma das razões pelas quais a produção bibliográfica ocupa um espaço importante na contribuição do Cel. Ricardo.
As quatro obras registradas em seu currículo percorrem temas relacionados às infrações, ao processo administrativo, ao levantamento de locais de sinistro e à compreensão do Código de Trânsito.
Ao transformar conhecimento profissional em publicação, o autor amplia o alcance de sua experiência.
O conteúdo pode chegar a alguém que nunca participou de uma de suas aulas.
Pode ser consultado por um estudante.
Por um profissional.
Por um instrutor.
Por um gestor.
Ou simplesmente por alguém que deseja entender melhor as regras que organizam sua circulação.
Essa capacidade de permanecer disponível é uma das formas mais duradouras de compartilhar conhecimento.
Uma vida profissional marcada pela formação de pessoas

Reconhecimento e experiência institucional acompanham uma vida profissional dedicada ao serviço público, à formação e ao aperfeiçoamento das práticas de segurança e trânsito.
No conjunto das funções exercidas, talvez a característica mais importante seja justamente a capacidade de formar.
Formar policiais.
Aperfeiçoar profissionais.
Orientar agentes.
Compartilhar conhecimento com gestores.
Participar de discussões técnicas.
Escrever livros.
Ministrar palestras.
Em todas essas atividades existe uma ação comum: preparar outras pessoas para fazer melhor o seu trabalho.
Esse tipo de contribuição nem sempre aparece nas estatísticas.
Não é facilmente medido.
Mas seus efeitos podem permanecer durante anos.
Um profissional bem formado pode orientar centenas de pessoas.
Um instrutor bem preparado pode formar novas gerações.
Um livro pode alcançar leitores muito depois de sua publicação.
Uma ideia pode ser repetida por quem a ouviu e incorporada por quem nem sequer conhece seu autor. É assim que o conhecimento se multiplica.
O que permanece quando os cargos mudam
Funções públicas têm começo e fim.
Comandos mudam.
Instituições se renovam.
As responsabilidades passam de uma pessoa para outra.
O conhecimento compartilhado, porém, pode permanecer.
É por isso que uma carreira não deve ser medida apenas pelos cargos ocupados, mas também pela capacidade de contribuir para que outras pessoas estejam melhor preparadas.
O Cel. Ricardo passou por diferentes ambientes profissionais.
Em cada um deles, acumulou experiências que foram posteriormente levadas para outros espaços.
A prática policial encontrou a educação.
A educação encontrou a gestão.
A gestão encontrou os órgãos técnicos.
Os órgãos técnicos encontraram a produção intelectual. E a produção intelectual voltou para a sociedade em forma de conhecimento.
Ensinar também é uma forma de proteger
Segurança viária costuma ser associada a equipamentos, viaturas, fiscalização, sinalização e tecnologia.
Tudo isso é indispensável.
Mas nenhuma ferramenta substitui uma pessoa preparada para utilizá-la corretamente.
Da mesma maneira, nenhuma legislação consegue, sozinha, modificar comportamentos.
É necessário que alguém explique.
Que alguém forme.
Que alguém oriente.
Que alguém transforme a regra em conhecimento compreensível.
Essa foi uma das contribuições mais fortes do Cel. Ricardo. Ao longo de sua carreira, sua atuação combinou experiência policial, ensino, gestão pública, participação técnica e produção intelectual, aproximando conhecimento e prevenção.
Uma história que continua através do conhecimento

Em diferentes espaços de comunicação e debate, o conhecimento sobre trânsito também encontrou novos públicos.
O Cel. Ricardo chega à série HISTÓRIAS QUE MOVEM O BRASIL não apenas pelos cargos que ocupou, mas pelo que fez com o conhecimento adquirido ao longo dos anos.
Ele ensinou.
Formou.
Participou de decisões.
Ajudou a discutir políticas.
Escreveu.
Palestrou.
E levou sua experiência para diferentes públicos.
Sua contribuição mostra que a segurança no trânsito começa muito antes de uma abordagem ou de uma multa.
Começa na formação.
Na compreensão da regra.
Na consciência sobre o risco.
No respeito ao outro.
Na responsabilidade de quem compartilha a via.
É nesse espaço entre conhecimento e comportamento que a educação encontra seu maior sentido.
Porque preservar vidas não depende apenas de saber o que a lei determina.
Depende de compreender que cada escolha feita no trânsito pode atingir outra pessoa.
E, quando essa compreensão se transforma em atitude, a educação deixa de ser apenas discurso.
Ela passa a fazer parte da vida.
Abetran, 15 de agosto de 2026
George J Marques
Fotos 1, 2, 4 e 8 com correção de luminosidade por IA.
TRÂNSITO: UMA QUESTÃO DE EDUCAÇÃO!